domingo, 5 de outubro de 2008

Para depois



E a história no pé de amora ficará para depois.


É melhor deixar o
passado para trás e viver o presente, esperando pelo futuro.
O caminho que temos pela frente é longo.


Aliás, nem sei se é tão longo assim. Mas, a vida tende prosseguir.


"Eu vou viver,


Deixar o tempo passar


Mas fecho meus olhos


E ainda vejo o seu olhar"


segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Capítulo terceiro

"Quando encontrar alguém e esse alguém fizer
seu coração parar de funcionar por alguns segundos,
preste atenção: pode ser a pessoa
mais importante da sua vida.

Se os olhares se cruzarem e, neste momento,
houver o mesmo brilho intenso entre eles,
fique alerta: pode ser a pessoa que você está
esperando desde o dia em que nasceu.

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo
for apaixonante, e os olhos se encherem
d'água neste momento, perceba:
existe algo mágico entre vocês.

Se o 1º e o último pensamento do seu dia
for essa pessoa, se a vontade de ficar
juntos chegar a apertar o coração, agradeça:
Algo do céu te mandou
um presente divino : O AMOR.

Se um dia tiverem que pedir perdão um
ao outro por algum motivo e, em troca,
receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos
e os gestos valerem mais que mil palavras,
entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.

Se por algum motivo você estiver triste,
se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa
sofrer o seu sofrimento, chorar as suas
lágrimas e enxugá-las com ternura, que
coisa maravilhosa: você poderá contar
com ela em qualquer momento de sua vida.

Se você conseguir, em pensamento, sentir
o cheiro da pessoa como
se ela estivesse ali do seu lado...

Se você achar a pessoa maravilhosamente linda,
mesmo ela estando de pijamas velhos,
chinelos de dedo e cabelos emaranhados...

Se você não consegue trabalhar direito o dia todo,
ansioso pelo encontro que está marcado para a noite...

Se você não consegue imaginar, de maneira
nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...

Se você tiver a certeza que vai ver a outra
envelhecendo e, mesmo assim, tiver a convicção
que vai continuar sendo louco por ela...

Se você preferir fechar os olhos, antes de ver
a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida.

Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes
na vida poucas amam ou encontram um amor verdadeiro.

Às vezes encontram e, por não prestarem atenção
nesses sinais, deixam o amor passar,
sem deixá-lo acontecer verdadeiramente.

É o livre-arbítrio. Por isso, preste atenção nos sinais.
Não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem
cego para a melhor coisa da vida: o AMOR !!!"

Carlos Drummond de Andrade^^

sábado, 16 de agosto de 2008

Capítulo segundo

Nunca haviam se sentido assim, com essa sede de reencontro. Passaram a se falar, então, com um pouco mais de freqüência. As palavras eram doces, calorosas. Não planejavam um relacionamento durador, aliás, nem tocavam no assunto, apenas deixaram que as coisas fluíssem naturalmente. Ela sentia saudades. Ele, idem; fazia falta o toque dos lábios dela que, calorosamente, envolvia os dele. E foi numa noite não muito fria de inverno que puderam se rever. Uma festa comemorativa. Tudo era motivo de alegria. E a alegria dela era tanta, que resolveu pegar um como “ousado” para festejar. Ao se verem, os dois entregaram-se a um intrigante abraço. Os copos dela foram trocados com freqüência. O mundo girava, girava, girava, girava cada vez mais desalinhado. Uma “zonzeira” prazerosa, no ínicio. E ela se sentiu dominada por algo estranho, já não tinha mais poder sobre si. Estava corroída. Quase não parava em pé. Gestos, atitudes e palavras vãs, pois nem puderam ser lembradas depois. Ele, agonizado. Não tinha idéia do que fazer; enquanto ela ia devolvendo, da pior maneira, tudo o que a havia envolvido. Num progresso de melhora, cheiro de arrependimento. Voltar no tempo, infelizmente, não seria possível. As lágrimas escorreram, mas ia passar. Ele a confortava e acalmava seu desespero. Passou! O acontecimento, mais tarde, foi motivo de risos para os dois apaixonados. Mas o cheiro de arrependimento ainda permanecia no ar. E o inconseqüente amor também permanecia.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Capítulo primeiro

E ele a amava, sim! Muito! Talvez por tanto amor e medo de decepcioná-la, ele não soubesse o que fazer, o que dizer certas horas. Era possível perceber que ele não era tão experiente, talvez nem um pouco e abara confessando essa inexperiência no último dia do enlace.
Na primeira noite, tudo parecia estar em seu devido lugar; tudo cumpriria seu destino: a paixão acabaria naquela madrugada inusitava acompanhada de gargalhadas, cada um voltaria a viver sua rotina cansativa e aquela noite seria apenas mais um quadro pendurado na parede. Mas não foi bem assim. Ambos mal pregaram os olhos durante noites, ambos estavam ansiosos para uma nova oportunidade de se reverem. E a paixão foi muito mais além daquela noite, muito mais do que podiam ter imaginado. Chegou a virar amor, um confuso e louco amor.

sábado, 19 de julho de 2008

...

E as coisas começam a se confundir. Entro em contradição comigo mesma. Não sei mais o que é certo e o que é errado. Me perco sozinha e não consigo encontrar a porta que me tira desse labirinto. O meu coração agora não sabe se ama, ou se odeia. Mais e mais pessoas surgem; não sei se para o bem, ou se para o mal. Correndo contra o tempo. A pressa é tanta que nem esse post eu consigo terminar. Então paro por aqui. :P

quarta-feira, 16 de julho de 2008

O POUCO QUE SOBROU

"Eu cansei de ser assim
não posso mais levar
se tudo é tão ruim, por onde eu devo ir?
A vida vai seguir, ninguém vai reparar
aqui nesse lugar eu acho que acabou,
mas vou cantar pra não cair fingindo ser alguém
que vive assim, de bem.
Eu não sei por onde fui
só resta eu me entregar
cansei de procurar o pouco que sobrou!
Eu tinha algum amor,
eu era bem melhor,
mas tudo deu um nó
e a vida se perdeu.
Se existe Deus em agonia,
manda essa cavalaria que hoje a fé me abandonou!!"

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Já é o suficiente

E me encontro equivocada
À beira desse abismo contraditório;
Só não quero mais esses desencontros
Nem essas meras palavras fúteis